Mostrar mensagens com a etiqueta Família. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Família. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, setembro 10, 2007
sexta-feira, agosto 17, 2007
Tudo na mesma como a lesma
Tenho tido pouco a dizer. Não tenho feito nada de especial, não aconteceu nada de fantástico na minha vida. Se a Priscila estivesse aqui, diria: “Fogo, véio… é sempre a mesma coisa. Você nunca tem nada para contar”.
Mandei um e-mail, para o Consulado do Brasil, a perguntar pelo meu título de eleitor e outras coisinhas mais. Pensei que iria demorar séculos a receber uma resposta. Contudo, no mesmo dia já tinha as respostas, dadas pela Cônsul-Geral Adjunta, num e-mail muito simpático.
Fiquei mesmo feliz. Pena é que, quando lá for, vou passar horas à espera de uma simples informação. E também não vou conseguir resolver tudo num dia.
E para não dizer que não acontece nada, hoje é um dia especial.
Há 29 anos atrás ele apareceu no mundo.
Não lembro da minha mãe grávida (será que ‘apaguei’ propositadamente da memória?), mas recordo que, quando ele nasceu, no dia seguinte, ou depois, me levaram ao hospital para vê-lo.
O que lembro desse dia: eu estava tão gordinha, que as calças apertavam na cintura. Até a minha mãe se espantou com isso, porque eu nunca fui gorducha. Nessa altura, andava a comer quase uma bisnaga sozinha (carência? Medo do bebé que poderia tomar o meu lugar?).
Bem, não tenho muitas lembranças dele bebé, com excepção dos lindos caracóis que ele tinha e da sua cara de mau, sempre com os machinhos carregados. Quando ele fez um ano, a minha mãe cortou o cabelo dele, e lá foram os caracóis. O mau feitio continuou.
Conforme os anos foram passando, os nossos conflitos eram cada vez maiores. Ele não conseguia aceitar o facto de ter uma irmã (leia-se, mulher) mais velha e com mais direitos do que ele. Eu não conseguia perceber porquê ele teve todos os bonecos do rambo (e muitos mais), enquanto a minha “pepa” foi comprada pela minha mãe e irmãos quase às escondidas do meu pai.
Saímos na porrada inúmeras vezes. Também nos defendemos outras tantas.
Acho que um dos dias mais tristes na vida dele foi quando casei. Até hoje evito um bocado ver as fotos do meu casamento onde estamos juntos. Poucos conseguirão perceber, mas eu vejo que o olhar dele está carregado de sentimentos. Sei que ele sentia que o estava a abandonar.
Não é o melhor irmão do mundo, mas também não é o pior. Ele só precisa crescer, de verdade. Tenho pena, porque sei que ele é o tipo de pessoa que só aprende com os próprios erros, e eu sei que ele, infelizmente, comete vários, e ainda vai cometer muitos outros.
De qualquer forma, é o meu irmão mais novo (a bem dizer, o único que tenho).
Mandei um e-mail, para o Consulado do Brasil, a perguntar pelo meu título de eleitor e outras coisinhas mais. Pensei que iria demorar séculos a receber uma resposta. Contudo, no mesmo dia já tinha as respostas, dadas pela Cônsul-Geral Adjunta, num e-mail muito simpático.
Fiquei mesmo feliz. Pena é que, quando lá for, vou passar horas à espera de uma simples informação. E também não vou conseguir resolver tudo num dia.
E para não dizer que não acontece nada, hoje é um dia especial.
Há 29 anos atrás ele apareceu no mundo.
Não lembro da minha mãe grávida (será que ‘apaguei’ propositadamente da memória?), mas recordo que, quando ele nasceu, no dia seguinte, ou depois, me levaram ao hospital para vê-lo.
O que lembro desse dia: eu estava tão gordinha, que as calças apertavam na cintura. Até a minha mãe se espantou com isso, porque eu nunca fui gorducha. Nessa altura, andava a comer quase uma bisnaga sozinha (carência? Medo do bebé que poderia tomar o meu lugar?).
Bem, não tenho muitas lembranças dele bebé, com excepção dos lindos caracóis que ele tinha e da sua cara de mau, sempre com os machinhos carregados. Quando ele fez um ano, a minha mãe cortou o cabelo dele, e lá foram os caracóis. O mau feitio continuou.
Conforme os anos foram passando, os nossos conflitos eram cada vez maiores. Ele não conseguia aceitar o facto de ter uma irmã (leia-se, mulher) mais velha e com mais direitos do que ele. Eu não conseguia perceber porquê ele teve todos os bonecos do rambo (e muitos mais), enquanto a minha “pepa” foi comprada pela minha mãe e irmãos quase às escondidas do meu pai.
Saímos na porrada inúmeras vezes. Também nos defendemos outras tantas.
Acho que um dos dias mais tristes na vida dele foi quando casei. Até hoje evito um bocado ver as fotos do meu casamento onde estamos juntos. Poucos conseguirão perceber, mas eu vejo que o olhar dele está carregado de sentimentos. Sei que ele sentia que o estava a abandonar.
Não é o melhor irmão do mundo, mas também não é o pior. Ele só precisa crescer, de verdade. Tenho pena, porque sei que ele é o tipo de pessoa que só aprende com os próprios erros, e eu sei que ele, infelizmente, comete vários, e ainda vai cometer muitos outros.
De qualquer forma, é o meu irmão mais novo (a bem dizer, o único que tenho).
Feliz aniversário, Júnior. .jpg)
.jpg)
PS- Essa foi a mensagem que saiu publicada no jornal.
terça-feira, agosto 07, 2007
terça-feira, julho 17, 2007
O meu pai
(meu irmão mais velho e o meu pai, num dos seus raros momentos de lazer. Ambos já partiram)O meu pai, se vivo fosse, faria hoje 82 anos.
Tenho pensado nele o dia inteiro. Acho que este ano sinto mais essa data por causa da morte do Sr. Menezes Falcão. Eram da mesma geração.
Já ontem pensava nele. É que, no tempo em que o meu pai nasceu, os registos não eram muito claros a respeito de datas. Já ouvi dizer que teria nascido a 16 de Julho, a 18…
Não interessa.
É engraçado ver como o tempo, ao invés de apagar, torna mais vivas as lembranças. Não há um só dia na minha vida em que não lembre de algo relacionado ao meu pai ou a minha mãe. Ora são pequenos gestos, ora decisões, ora momentos…
Nunca fui muito próxima do meu pai. Mas, não eram necessárias grandes demonstrações de afecto para sabermos o quanto nós nos queríamos bem.
Eu ainda não sabia ler e o meu pai comprava-me revistas da turma da Mónica e da Disney. Sempre. E eu adorava. Sabia as histórias todas, só de olhar os desenhos.
Lembro-me de estar na segunda série e, numa prova de redacção, escrever uma poesia. O facto chocou a minha professora, que levou a poesia à direcção. Escusado dizer que quase fiz xixi pelas pernas abaixo quando fui chamada à directoria. Isso nunca tinha acontecido antes. Fiquei apavorada. E quase desmaiei quando vi o que queriam. Fui praticamente interrogada sobre a autoria do poema. Porque uma miúda de oito anos nunca poderia ter escrito algo assim.
Fizeram uma anotação na minha prova. De louvor, de parabéns. Meu pai nunca me disse nada. Mas sei que ele e minha mãe guardavam aquela prova numa pasta de documentos, no armário, na sala da casa velha.
Acho que foi aí que decidi escrever.
Para horror (e orgulho disfarçado) do meu pai.
Horror porque ele vivia a dizer mal dos jornalistas e acabou por ter uma. Eu antes dizia que ia ser médica e ele enchia-me de livros sobre o corpo humano. O meu pai não acreditava em brinquedos e acho que se pedisse um… era capaz de dar, mas contrariado… acreditava em alimentação e educação. Ainda bem.
No final das contas, nunca me disse nada, mas tinha um orgulho danado da filha. Ou não fosse eu a única mulher no meio de quatro rapazes. Não… não é só por isso. Ele ficava inflado quando ouvia os outros a falarem bem do trabalho que a filha desempenhava. Acho que era tudo o que lhe importava.
Eu teria muito a escrever sobre o meu pai. O quanto ele ajudou as pessoas, o quanto ele era inteligente, honrado e muitas outras qualidades. Era severo, mas poucas foram as vezes em que o foi comigo. Tirando uma noite, inesquecível, em que esperou por mim à janela (já eu maior de idade, de carro e tudo o mais) e me desancou de cima a baixo. Acho que a frase “não estou a criar uma filha para ser vagabunda” ficou nos meus ouvidos dias e dias.
Ele dizia que não tinha medo da morte. Tinha receio sim, era de ficar inválido, de dar trabalho, sofrimento… não a ele… aos outros.
Fui a última pessoa a estar com ele naquele hospital. Lembro, até hoje, que o último olhar dele foi para aquela padaria, onde passou toda uma vida; lembro de fazer cócegas em seus pés para obter alguma reacção, naquele coma em que se encontrava há dias; lembro de falar ao seu ouvido que se ele quisesse partir, nós iríamos sentir a falta dele, mas iríamos entender, porque só queríamos o seu bem.
No dia seguinte ele partiu.
Seu rosto, no caixão, era de uma serenidade enorme. Arrisco-me até a dizer, de alegria.
Eu queria muito que o meu pai me visse hoje, e que sentisse de mim o mesmo orgulho que sentia quando eu era pequenina.
Um beijo, pai. Fica com Deus.
Tenho pensado nele o dia inteiro. Acho que este ano sinto mais essa data por causa da morte do Sr. Menezes Falcão. Eram da mesma geração.
Já ontem pensava nele. É que, no tempo em que o meu pai nasceu, os registos não eram muito claros a respeito de datas. Já ouvi dizer que teria nascido a 16 de Julho, a 18…
Não interessa.
É engraçado ver como o tempo, ao invés de apagar, torna mais vivas as lembranças. Não há um só dia na minha vida em que não lembre de algo relacionado ao meu pai ou a minha mãe. Ora são pequenos gestos, ora decisões, ora momentos…
Nunca fui muito próxima do meu pai. Mas, não eram necessárias grandes demonstrações de afecto para sabermos o quanto nós nos queríamos bem.
Eu ainda não sabia ler e o meu pai comprava-me revistas da turma da Mónica e da Disney. Sempre. E eu adorava. Sabia as histórias todas, só de olhar os desenhos.
Lembro-me de estar na segunda série e, numa prova de redacção, escrever uma poesia. O facto chocou a minha professora, que levou a poesia à direcção. Escusado dizer que quase fiz xixi pelas pernas abaixo quando fui chamada à directoria. Isso nunca tinha acontecido antes. Fiquei apavorada. E quase desmaiei quando vi o que queriam. Fui praticamente interrogada sobre a autoria do poema. Porque uma miúda de oito anos nunca poderia ter escrito algo assim.
Fizeram uma anotação na minha prova. De louvor, de parabéns. Meu pai nunca me disse nada. Mas sei que ele e minha mãe guardavam aquela prova numa pasta de documentos, no armário, na sala da casa velha.
Acho que foi aí que decidi escrever.
Para horror (e orgulho disfarçado) do meu pai.
Horror porque ele vivia a dizer mal dos jornalistas e acabou por ter uma. Eu antes dizia que ia ser médica e ele enchia-me de livros sobre o corpo humano. O meu pai não acreditava em brinquedos e acho que se pedisse um… era capaz de dar, mas contrariado… acreditava em alimentação e educação. Ainda bem.
No final das contas, nunca me disse nada, mas tinha um orgulho danado da filha. Ou não fosse eu a única mulher no meio de quatro rapazes. Não… não é só por isso. Ele ficava inflado quando ouvia os outros a falarem bem do trabalho que a filha desempenhava. Acho que era tudo o que lhe importava.
Eu teria muito a escrever sobre o meu pai. O quanto ele ajudou as pessoas, o quanto ele era inteligente, honrado e muitas outras qualidades. Era severo, mas poucas foram as vezes em que o foi comigo. Tirando uma noite, inesquecível, em que esperou por mim à janela (já eu maior de idade, de carro e tudo o mais) e me desancou de cima a baixo. Acho que a frase “não estou a criar uma filha para ser vagabunda” ficou nos meus ouvidos dias e dias.
Ele dizia que não tinha medo da morte. Tinha receio sim, era de ficar inválido, de dar trabalho, sofrimento… não a ele… aos outros.
Fui a última pessoa a estar com ele naquele hospital. Lembro, até hoje, que o último olhar dele foi para aquela padaria, onde passou toda uma vida; lembro de fazer cócegas em seus pés para obter alguma reacção, naquele coma em que se encontrava há dias; lembro de falar ao seu ouvido que se ele quisesse partir, nós iríamos sentir a falta dele, mas iríamos entender, porque só queríamos o seu bem.
No dia seguinte ele partiu.
Seu rosto, no caixão, era de uma serenidade enorme. Arrisco-me até a dizer, de alegria.
Eu queria muito que o meu pai me visse hoje, e que sentisse de mim o mesmo orgulho que sentia quando eu era pequenina.
Um beijo, pai. Fica com Deus.
quinta-feira, junho 28, 2007
terça-feira, junho 26, 2007
Do amor e outros demónios
Ufa…
Foi muito tempo sem um post, umas férias de m*e*r*d*a e outras coisitas mais…
Marido doente (quem tem um homem adulto em casa sabe o quanto é triste vê-los voltar aos cinco anos por conta de tudo e qualquer coisa… miséria…). Ainda tive a secreta esperança, ao levá-lo ao Hospital, que decidissem ficar com ele. Pensei em pedir ao director (PELO AMOR DE DEUS!) que o acolhesse durante uma semaninha (uma espécie de spa - para mim, claro está)… Mas necas… O amor é phoda.
Desânimo, falta de colo de mãe, … uns dias mesmo solitários. Senti-me a verdadeira tiririca do brejo. Ainda hoje ouvi uma frase (disseram-me que é de Santo António) que cabe perfeitamente na minha vida:
“Só te pertence aquilo que podes levar contigo na hora de tua morte”
E como os meus cabelos ainda me pertencem (até ver), decidi fazer umas experiências malucas no computador. O resultado?
.jpg)
Ah, não poderia deixar de apresentar a ‘minha gata’, uma companheira super-desinteressada (cof…cof…), que me segue por tudo quanto é lado (principalmente quando estou com uma lata de comida para felinos na mão) e que dorme em qualquer sítio (principalmente na cama, do lado da sua ‘humana de estimação’ que tenta conquistar míseros cinco centímetros de colchão) … Um mimo…
E Pombal?
Continua melhor que nunca. A verdadeira terra dos fenómenos. Esta semana foi para tentar voltar ao ritmo, já que eu fiquei de boca aberta com míseros acontecimentos (férias é fogo).
Foi muito tempo sem um post, umas férias de m*e*r*d*a e outras coisitas mais…
Marido doente (quem tem um homem adulto em casa sabe o quanto é triste vê-los voltar aos cinco anos por conta de tudo e qualquer coisa… miséria…). Ainda tive a secreta esperança, ao levá-lo ao Hospital, que decidissem ficar com ele. Pensei em pedir ao director (PELO AMOR DE DEUS!) que o acolhesse durante uma semaninha (uma espécie de spa - para mim, claro está)… Mas necas… O amor é phoda.

Desânimo, falta de colo de mãe, … uns dias mesmo solitários. Senti-me a verdadeira tiririca do brejo. Ainda hoje ouvi uma frase (disseram-me que é de Santo António) que cabe perfeitamente na minha vida:
“Só te pertence aquilo que podes levar contigo na hora de tua morte”
E como os meus cabelos ainda me pertencem (até ver), decidi fazer umas experiências malucas no computador. O resultado?
.jpg)
Ah, não poderia deixar de apresentar a ‘minha gata’, uma companheira super-desinteressada (cof…cof…), que me segue por tudo quanto é lado (principalmente quando estou com uma lata de comida para felinos na mão) e que dorme em qualquer sítio (principalmente na cama, do lado da sua ‘humana de estimação’ que tenta conquistar míseros cinco centímetros de colchão) … Um mimo…
E Pombal?Continua melhor que nunca. A verdadeira terra dos fenómenos. Esta semana foi para tentar voltar ao ritmo, já que eu fiquei de boca aberta com míseros acontecimentos (férias é fogo).
Etiquetas:
Amenidades,
Casamento,
Família,
Pombal
quinta-feira, maio 31, 2007
A minha família - parte II
Depois de ter postado uma foto dos meus avós maternos, senti-me na obrigação de ter também uma foto dos meus avós paternos.

A minha mãe contava-me que eu era para ser "Ana Lúcia". Só que... ela ainda estava na maternidade quando o meu pai chega e diz que 'tinha estado a conversar com uma senhora', que 'o nome Adriana é bonito' e que 'era uma homenagem ao meu pai'... E a minha mãe, pobre portuguesinha que nem um ano de Brasil tinha, a pensar: "Teve três filhos antes e só pensou no pai agora?! GRGRGRGRGRGR".
E assim surgiu a Adriana.
Isso dos nomes, na minha família, dá um post gigante... é cada história...
Adriano e Albertina

A minha mãe contava-me que eu era para ser "Ana Lúcia". Só que... ela ainda estava na maternidade quando o meu pai chega e diz que 'tinha estado a conversar com uma senhora', que 'o nome Adriana é bonito' e que 'era uma homenagem ao meu pai'... E a minha mãe, pobre portuguesinha que nem um ano de Brasil tinha, a pensar: "Teve três filhos antes e só pensou no pai agora?! GRGRGRGRGRGR".
E assim surgiu a Adriana.
Isso dos nomes, na minha família, dá um post gigante... é cada história...
quinta-feira, maio 24, 2007
A Minha Família
Tenho um tio em Coimbra. É da GNR e tem dois blogs fantásticos - o MEMÓRIAS e o MOMENTOS -, que me enchem de orgulho. Para mim são muito especiais os seus posts sobre a nossa família. O que escreveu sobre o meu avô (aqui) e (aqui), sobre a minha avó (aqui) e outro em que publicou uma foto dos dois (aqui).
Tenho muita pena de nunca ter tido uma convivência familiar ao estilo tios-primos-avós...
Não conheci meus avós paternos. Não conheci o meu avô materno, e a minha avó materna vi apenas duas vezes.
Tenho muita pena de nunca ter tido uma convivência familiar ao estilo tios-primos-avós...
Não conheci meus avós paternos. Não conheci o meu avô materno, e a minha avó materna vi apenas duas vezes.
João e Maria
sexta-feira, abril 13, 2007
A minha mãe
Ela não é uma mulher comum: é a verdadeira SUPER-MULHER!
E o melhor: É A MINHA MÃE!!!!!!!!
A minha mãe é uma mulher que está a lutar pelo seu lugar, de direito, no ranking das melhores pessoas do mundo.
É bonita, inteligente, sensível, amiga, leal, cúmplice...
Nossa, a minha mãe é tanta coisa boa que eu ficaria anos a escrever aqui sobre ela.
Quem for seu amigo, é uma pessoa de muita sorte no mundo.
Mas, a mais sortuda mesmo sou eu... Porque tenho a felicidade de tê-la como mãe!

A minha mãe vai operar hoje, dia 13, às 13 horas (Brasil).
Vai dar tudo certo, mãe! Um grande beijo no teu coração!
E o melhor: É A MINHA MÃE!!!!!!!!
A minha mãe é uma mulher que está a lutar pelo seu lugar, de direito, no ranking das melhores pessoas do mundo.
É bonita, inteligente, sensível, amiga, leal, cúmplice...
Nossa, a minha mãe é tanta coisa boa que eu ficaria anos a escrever aqui sobre ela.
Quem for seu amigo, é uma pessoa de muita sorte no mundo.
Mas, a mais sortuda mesmo sou eu... Porque tenho a felicidade de tê-la como mãe!

A minha mãe vai operar hoje, dia 13, às 13 horas (Brasil).
Vai dar tudo certo, mãe! Um grande beijo no teu coração!
Subscrever:
Mensagens (Atom)
.jpg)
